5 causas mais frequentes de dores no quadril

A dor no quadril pode ter várias origens. O Dr. Carlos Bolze explica as cinco causas mais comuns e como cada uma é tratada.

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Resumo executivo: Sentir dor no quadril é mais comum do que se imagina, mas a causa nem sempre é a mesma. Neste conteúdo, o Dr. Carlos Bolze apresenta as cinco origens mais frequentes da dor no quadril, da bursite à artrose, explicando os sintomas e as opções de tratamento de cada uma. Entender a causa é o primeiro passo para o tratamento certo.
Neste artigo

    A dor no quadril atrapalha o dia a dia e pode ter diferentes origens. Conhecer as causas mais comuns ajuda a entender o que pode estar acontecendo e a procurar o tratamento adequado. Veja as cinco principais, segundo o Dr. Carlos Bolze.

     

    1. Bursite Trocantérica

    É uma inflamação da bursa, um tecido na lateral do quadril. Provoca uma dor em queimação, bem desconfortável, principalmente à noite, e tem forte tendência a se tornar crônica. A dor desce pela lateral da coxa e pode chegar perto do joelho, muitas vezes tirando o sono do paciente. O tratamento inclui anti-inflamatórios, fisioterapia, infiltrações e, mais recentemente, a terapia por ondas de choque, que tem trazido ótimos resultados.

     

    2. Artrose do Quadril

    É o desgaste da cartilagem da articulação, de evolução lenta e progressiva. A dor aparece na virilha e se irradia pela frente da coxa até o joelho, dificultando tarefas como calçar sapatos, cortar as unhas dos pés, subir escadas ou caminhar. O tratamento deve começar cedo, com fortalecimento muscular, controle de peso e suplementos para a cartilagem. A infiltração com ácido hialurônico também traz bons resultados. Nos casos avançados, a prótese de quadril devolve a qualidade de vida ao paciente.

     

    3. Osteonecrose da Cabeça Femoral

    É como um infarto na cabeça do fêmur. Assim como no coração, ocorre por uma obstrução das artérias que levam sangue até ali, causando a morte do tecido ósseo, que amolece justamente na área de carga, com risco de colapso. O diagnóstico costuma ser difícil e o tratamento deve ser precoce, buscando estimular a revascularização e preservar a articulação. Existem várias técnicas cirúrgicas para evitar as sequelas e deformidades.

     

    4. Impacto Fêmuro-Acetabular

    Está ligado ao formato da cabeça do fêmur e do acetábulo, o encaixe na bacia onde acontece o movimento do quadril. Fatores genéticos influenciam esse formato, e o diagnóstico é feito por exames de imagem específicos, como radiografia e ressonância. Na grande maioria dos casos, o tratamento é conservador, sem cirurgia, com controle de peso, reforço muscular orientado e ajuste das atividades físicas. Só uma pequena parte dos pacientes precisa de cirurgia.

     

    5. Displasia do Quadril, Luxação Congênita

    É quando há uma alteração no encaixe entre a cabeça do fêmur e a bacia. Pode ser congênita, presente desde o nascimento, ou se desenvolver depois, gerando uma cobertura deficiente da cabeça femoral. Isso sobrecarrega a cartilagem e pode levar a um desgaste precoce. Quando diagnosticada cedo, ainda após o nascimento, pode ser tratada sem cirurgia. Em casos mais tardios, cirurgias de realinhamento ajudam a melhorar o encaixe e a prolongar a vida da articulação.

     

    Está com dor no quadril? Não conviva com o desconforto. Agende uma consulta com o Dr. Carlos Bolze, especialista em cirurgia do quadril em Porto Alegre. Fale conosco pelo WhatsApp.

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    Dr. Carlos Daniel Bolze
    Ortopedista e especialista em cirurgia do quadril, com mais de 20 anos de experiência e atendimento humanizado em Porto Alegre.